Colômbia
CONMEBOL · Grupo K · Ranking FIFA #13
Informações da seleção
| Código FIFA | COL |
| Técnico | Néstor Lorenzo |
| Confederação | CONMEBOL |
| Grupo | Grupo K |
| Ranking FIFA | #13 |
Seleções do grupo
Calendário de jogos
📺 Onde assistir em Colômbia
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Perspectivas no torneio
A Colômbia chega a 2026 surfando uma onda extraordinária de embalo sob Néstor Lorenzo, cuja astúcia tática transformou Los Cafeteros em uma das seleções mais temidas das eliminatórias sul-americanas. Luis Díaz se consolidou como um dos pontas mais eletrizantes da Premier League no Liverpool, capaz de mudar jogos sozinho com seus dribles e velocidade. James Rodríguez, vencedor da Chuteira de Ouro da Copa de 2014, continua ditando o jogo na função de camisa 10 com sua visão e amplitude de passes característicos. O eixo do meio-campo formado por Jefferson Lerma e Richard Ríos proporciona o equilíbrio perfeito entre combatividade e criatividade. No ataque, Rafael Santos Borré e Jhon Córdoba oferecem opções contrastantes na frente. O que realmente diferencia esta Colômbia é seu espírito coletivo — uma sequência invicta nas eliminatórias da Copa América forjou unidade e autoconfiança inabaláveis. Com uma torcida apaixonada que promete criar atmosfera hostil nos estádios norte-americanos e um elenco que combina estrelas baseadas na Europa com talentos curtidos no futebol doméstico, a Colômbia é candidata genuína às quartas de final com poder de fogo para ir ainda mais longe.
Jogadores-chave
História na Copa do Mundo
Retrospecto Histórico na Copa do Mundo
A Colômbia estreou no palco da Copa do Mundo no Chile em 1962 e causou impacto imediato, empatando em 4–4 com a União Soviética em um dos jogos mais memoráveis da fase de grupos. Porém, seriam necessárias três décadas até Los Cafeteros voltarem ao grande palco, classificando-se para três torneios consecutivos de 1990 a 1998. O time de 1990 — inspirado pelo excêntrico goleiro René Higuita e pelo elegante Carlos Valderrama — avançou às oitavas de final na Itália, mas a campanha de 1994 nos EUA terminou em decepção na fase de grupos, ofuscada pelo trágico assassinato do zagueiro Andrés Escobar após um gol contra diante dos anfitriões. O capítulo dourado moderno da Colômbia chegou em 2014, quando James Rodríguez encantou o Brasil com seis gols — conquistando a Chuteira de Ouro — e conduziu a equipe às quartas de final pela primeira vez, onde perdeu por 2–1 para os anfitriões. O retorno às quartas na Rússia em 2018, caindo nos pênaltis para a Inglaterra, confirmou a Colômbia como uma força genuína na fase eliminatória. Agora com seis participações em Copas, Los Cafeteros trazem seu tradicional futebol ofensivo para 2026.