Argentina
CONMEBOL · Grupo J · Ranking FIFA #3
Informações da seleção
| Código FIFA | ARG |
| Técnico | Lionel Scaloni |
| Confederação | CONMEBOL |
| Grupo | Grupo J |
| Ranking FIFA | #3 |
Seleções do grupo
Calendário de jogos
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Perspectivas no torneio
A Argentina chega como atual campeã mundial e a seleção a ser batida. O provável torneio de despedida de Lionel Messi adiciona uma dimensão emocional a um elenco que já possui profundidade extraordinária: Julián Álvarez proporciona pressão incansável e finalização clínica, Enzo Fernández ancora o meio-campo com compostura além da sua idade, e Alexis Mac Allister conecta o jogo com a inteligência de um veterano experiente. Lionel Scaloni construiu algo raro — uma seleção com genuína química de clube, forjada através da Copa América 2021, da Finalíssima e do inesquecível triunfo no Qatar 2022. A mentalidade do elenco é sua maior arma: já provaram que podem vencer jogos eliminatórios apertados por pura força de vontade, disciplina tática e brilhantismo individual. Nicolás Otamendi e Cristian Romero trazem solidez defensiva, enquanto Nahuel Molina e Nicolás Tagliafico proporcionam amplitude. Com um elenco que combina experiência de campeões do mundo e jovens talentos famintos, La Albiceleste é a clara favorita para se tornar a primeira seleção a reter o troféu desde o Brasil em 1962.
Jogadores-chave
História na Copa do Mundo
Retrospecto Histórico na Copa do Mundo
A história da Argentina em Copas do Mundo se lê como um romance de triunfos e tragédias. A Albiceleste é tricampeã mundial (1978, 1986, 2022) e disputou seis finais ao todo — marca superada apenas por Brasil e Alemanha. A genialidade de Diego Maradona definiu duas eras: a "Mão de Deus" e o "Gol do Século" impulsionaram o título de 1986 no México, enquanto Lionel Messi passou duas décadas perseguindo a sombra de Maradona até finalmente erguer o troféu no Qatar em 2022, coroando uma das maiores jornadas individuais da história do esporte. Aquela final em Lusail contra a França — em que os dois gols de Messi foram igualados pelo hat-trick de Kylian Mbappé antes de uma dramática disputa de pênaltis — já é considerada uma das maiores partidas já disputadas. A Argentina também conheceu amargas decepções: a final inaugural de 1930 perdida para os anfitriões Uruguai, as dolorosas derrotas nas finais de 1990 e 2014, e um jejum de 24 anos entre 1986 e 2022. Ao longo de 18 participações e 88 jogos, sua paixão e talento fizeram dela uma das seleções mais fascinantes do torneio. Em 2026, as atuais campeãs do mundo buscam defender a coroa em solo norte-americano.